6 de novembro de 2012

As reticências dão ritmo às nuvens
Éter despencado nas imagens
                                       criadas
 
Cruz e Souza alucina o cinza
                    o frio chega
brincando de Dostoiewiski
 
Os meses galopam o intangível
            no verso em expansão
 
Sem muita lógica
      tudo é vida
desenrolada no tempo
                           marcado.

Um comentário:

Lisa Alves disse...

a vida é sem lógica na lógica que tocamos. Gosto das reticências... :)