7 de junho de 2011

8 perguntas construtivasdesconstrutivas para Isaias de Faria



1- Nietzche diz que os poetas não tem pudor para com suas aventuras - eles as exploram.

Para que serve a poesia no mundo  contemporâneo?



A poesia serve pra ajudar a formação do sujeito. Temos o dever de vir a mais ser, como nos fala o Henrique C. de Lima Vaz. Agora o poeta realmente às vezes não mede as conseqüências de suas aventuras (hahahaha). Isso é bom.


2- Qual a função da arte?



A arte é algo que não precisa ter uma função prática. Ela não precisa dar sentidos as coisas “úteis” do mundo.


3- A linguagem da Fotografia tem a ver com Poesia? Por quê?



 Claro. Elas se aproximam por querer mostrar os objetos diferentes do que estamos acostumados a ver.



 4- Quando Louis Jacques Mandé Daguerre  e seu sócio Nicéphore Niépce começaram a fotografia  talvez não imaginaram a importância que ela teria hoje.

Qual a importância da fotografia para o mundo?



 A importância da fotografia antes de tudo é fazer o registro. A nossa evolução intelectual traz junto reflexões e cria conceitos. A fotografia artística adapta a técnica dos registros aos conceitos e reflexões.


5- Na sua opinião a Filosofia está na fotografia e na poesia?



No caso do poeta, depende do interesse de seu interesse. Se o poeta tiver uma formação pra isso (independente de “academicismos”, ele pode fazer com que seu poema fique bem filosófico. Mas a fotografia não. A filosofia tal qual eu admito, necessita de discurso, de retórica junto a sua análise minuciosa.





6- O que te chama atenção na Filosofia?



Seu questionamento do que nos é dado como final. Isso de acharmos que sabemos tudo, aí ela vem e tira o tapete.







7- Quando você começou a produzir arte? Quais suas influências?



Comecei a tentar escrever poesia depois de ter contato com os poemas de Paulo Leminski e Augusto dos Anjos. Achei aquilo fantástico. Então fui tentar criar algo. A fotografia foi depois de ver imagens de Henri Cartier-Bresson  , Robert Capa, e aquela fotografia preto e branca, com grande contraste, e pela técnica do “momento decisivo”.





8- Isaias de Faria por ele mesmo.



Essa eu posso dizer do que não gosto? Não gosto de arrogância. Não gosto de falta de respeito ao próximo. Não gosto de guerras e de egoísmo.




3 comentários:

isaias de faria disse...

a philosophia não serve pra
nada não
só serve pra nos tirar o chão.

abração cássio.

Robson disse...

6/08/2011

_Cuidado Sontag, te pego pelo pé!

Porque não posso buscar o saber com luz , se estou escrevendo com luz, posso sim perguntar com fotografia, pergunta de cachorros direções uma orelha mais submissa que a outra sub-culto sub atenção : enquanto Naomi era toda Bizé, o Lance já percebia o meu gatilho, máscara negra sem amarras, direta aos olhos, o sentido dela não precisa do nariz, sobra no Lance, neste momento, sem pernas, passam o lápis nos donos, assim, frio. Mas cada momento de tensão é dirigido à vida, todos os registros são utilizados constantemente, uma vez associados, não jogam fora a pista, Não são bonzinhos nem ruins, apenas vida pela vida em dores do mundo, já dizia o velho Schop, ele tinha o seu Atma, deve ter aprendido muito com ele. É moleque, não se engane, desde moleque gosto mais das saídas, mas nunca deixei de ser doméstico, o papel fotográfico pode ser ferrotipia pra dar uma só abundância de peles textos escrituras.
E o conceito, sim este não posso abrir mão, assim como você não abriria mão do personagem, se fosse o romance... ou não? Quem é o personagem da BR INFINITA? Não vai dizer que é o autor. Aquele personagem me custou uma troca de revistas, e se você quiser vir aqui me revistar, verá que troco sempre de bicicleta, aqui não tem gelo, o muro é alto e transparente, só gosto de um filme sueco, e o alemão me ofereceu toda a precisão técnica, nunca um milhão de dinheiros, e se brincar mesmo, verá que todos os meus recursos vem de onde eu estiver, nunca precisei mais do que meu corpo para o deslocamento, deslocar, desloco-me, independente: criei O GANDHI : GRUPO DE ANDARILHOS HUMANISTAS INDEPENDENTES, estudei no CEI CENTRO DE ENSINO INDEPENDENTE . A perna e a cabeça, e as peças do parado.
E dando o grito de me solta: qualquer fala, texto, contexto, conceito, pensamento vem de imagens, sejam fotografias, contatos, contornos, do cego que precisa sentir com o corpo o espaço, analogias de imagens, quando imagino a corda no abismo atada entre o bem e o mal do animal querendo super ESSO independente do Fred vou precisar remontar a ponte através de várias outras imagens, seja lá em qual for o suporte, você balança e compara...mas isto é tão chato, né ? Acho que vou ser surfista depois de véi, dá muito trabalho fotografar a guerra que escolhi, será que mudo pro Gamão?
POSTADO POR ROBSON

Anônimo disse...

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