13 de fevereiro de 2014

CRUCIAL

poeta poesia poemas
rasuras arranham a rachadura da alma
palma do ocaso
que explode no tempo
carregado de gritos vozes vorazes
 imprevisto além do mar inefável
sangue do sol rasgando peito
vulcão volátil sigo.


Um comentário:

Marcos Satoru Kawanami disse...

"rachadura da alma", interessante.

=D