30 de julho de 2010

pueril e catatônico sem a marca da academia.

não sou escritor
nem poeta
faço apenas palavras dançarem
sabatinarem
quando a verve vem
fotografo o crime no signo
o significante faz paragem
no clique
chichê de uma vida
na distração da arte.

tirando onda de surfista?


piçarras penha
são joão do itaperiú
itajaí barra velha
abra a boca da barra itapocú

29 de julho de 2010


NAVEGANTE




Procuro mar chegada/Telêmaco joga destino/

Navego oceanos milenares/Zéfiro me abraça distraído/

Sol queimado na areia/ Dia esculpido de Homero/

Odisséia no portal das palavras/ Helênico desfaço

de mim mesmo





23/07/2010.

Friagem na fumaça dá samba


I- A coluna erecta tem Vivaldi.
II- Chove Villa Lobos na tarde de inverno.
III- Sem sombra prolifero psicodelismo a la Pink Floyd. A vida estilhaça música.
IV- Alimento os ventos de Hermes na onda hermética do assombro.
V- Comprei um ALL STAR cinza On The Road da Moda.
VI - Folha cai distraída no caos soprepõe-se ao chão de forma telúrica.
VII- Dei soluço no bocejo do suspiro  quando o frio da rasteira no vento.
VIII-  A curva do faz de conta é magia na arte.
IX- Flutuo no mar da poesia.
X- A rua Sem Saída sai para dar lugar ao mistério.
XI- HOKKUS Tangam TANKA HAIKKU sai HAICAI se desfaz no frio que chega.
XII- O frio foi desfolhado pelo vento...

26 de julho de 2010

Espelhos


Para o amigo  Robson Corrêa de Araújo.





Múltiplo facetário mutante

Estilhaço de espelhos universais

Artaud na seta de Flusser

Picaso no bom dia da verve

Pedal rápido de Sartre no tempo das palavras

Foto que a vida diz amizade

Rasgo no poema elíptico

BR infinita na semiótica

De um xamã

O vôo agradece órbitas via Pound

Concreto palavra cerne

Hélice ar arte



24 de julho de 2010

SINAIS DE CÃO MAR ALTO




a ALUCINAÇÃO vê um pingo de chuva
Bashô disfarça abaixado mergulha no córrego
Metralhadora de pingos que o frio condena
Ulisses não tem mais volta seu cabelo está raspado
Os ossos do tempo quebrados aliviam o centauro

a ALUCINAÇÃO vê chuva num pingo
a explosão embala o terreno o barro é cratera
aludida de ilusão concretada de um capitalismo delirante
os ossos do CENTAURO quebram o tempo.

um uivo anuncia o vento que o Rei Alcino
Manda Ulisses a praia
longe o barco a deriva navega

o convés é éter de um fantasma
& de um fantasma que faz sombra
nos ossos do frio mergulhado

 naufrágio  do tempo.



16/07/2010.


SOU DE OUTRA CONSTELAÇÃO BABY!

263 - O Et vomita palavras no absurdo do significado.

23 de julho de 2010

262-Os poemas estilhaçados a esmo são extra terrestres?

233-As raias do tempo explodem erotismo.
234- A multi ação do vento tomba árvores.
235- O reflexo é um cão que sai de casa.
236-A surpresa é meu desregramento.
237-Sou palhaço das palavras.
238-Flamo pelo mar selvagem.
239-Desonro o lúbrico no instante que morre.
240-Roubo os arroubos literários que dão contra mão a Academia.
241-O chavão virou Bromélia na contra mão.
242-Pedalo linguagem silenciosa que explode na cara.
243-Café samba manhã.
244-O pensamento faz firula com ironia.
245-Recebo telepatia de Marte no poema abdusido de estilhaço.
246-Forniquei com o invisível e engravidei a poesia.
247-Dei trabalho para prosa, ela virou crônica.
248-O atraso não diz desculpas.
249-Dirijo um verso meteórico e convalescente de outra constelação.
250-Alucino o papel em branco na amplidão do caos.
251-Frio fabrica sono da tarde cinza.
252-Dou trégua para a frase feita.
253-Não estaciono em palavras repetidas.
254-O além está no conto marciano.
255-Meti na metafísica de forma sutil.
256-Rasguei minha alma em estihaços de versos extra terrestres.
257-O et aterriza e vê o HUMANO que mata outro HUMANO.
258-Mundo vasto mundo meu nome não é Raimundo, meu nome é Cão no mundo Umano.
259-The Clash reflete a foto que o sol abriu hoje.
260-Homero me chama de cima da mesa, a Odisséia continua.
261- No Japão o macarrão rima com Arigatô.

Foto e pensamentos: Cássio Amaral

21 de julho de 2010

Som das peles comungam alma

Para Maeles Geisler

Metade corpo artefato
     maçã sangrada
           primavera ensandecida
    duendes dixins elementais
         silêncio tato arrepio
      lençol esquartejado dos
        morangos que atiçam a cavalgada
            olho teus olhos queimados de
   AFRODITE AMAZONA GUERREIRA
           de trocas
A música que faço
     no seu corpo é Valsa Sutil
         que se torna Rock and Roll
        na   boca   aberta do Universo.

20 de julho de 2010

PIVOSE NÓIA POÉTICA


xamã racha maçã/foice traça romã/concreto abrupto corvo/
lança mar alto/ hipnose gargalhar do mago/signos saltam superfície/
navegante nos morangos de Poe/nenufar da tempestade/
náufrago de Baudelaire/crime na cinza/machado dos torpes/
entorpecimento na praia psicodélica de Alighieri

SCHOPENHAUER ESTRATEGEMA DES-Razão







Golpeio a verdade e como seu cu

Alimentada de razão no vão do ego

Coloco a corda pronta para a forca

A sociedade é um baile de máscaras anêmicas

COM CRIME E  CASTIGO

Me calo feito bronco para não atirar meu arsenal

A arte de ter razão não me dá prêmios não paga meu feijão

A arte de ter razão é um ego impotente que todos querem

A arte de ter razão é um câncer que nos pegou

Depois que a camada de ozônio acabou



A estratégia é a vaselina que passo no poema

Antes de enraba-lo sem piedade e mistério.
















OSSOS DE CHUVA

I

Foto síntese da vida


Gota plantio


A dor faz frio a esmo

II

Chove caos


Homem passa


Frio lameia tarde.



III



Lama em tudo


Sociedade em enchente


O caos abraça a chuva.


IV

Silencio silencio


Mudo observo a tolice da sociedade


ouvindo a chuva

V

A chuva bate punheta na tarde


Lenine me abençoa


A alma do Universo é o que me interessa.


VI

Meu sorriso está distante


O sul é frio e reto


Sou um sapato torto ninguém me conserta.

VII

Frio centrado no certinho


Stubbe dorme sonhando com Hegel


Menino maluco atiro na chuva.


VIII



FIM DO MUNDO NO FIM DO MÊS



CARTÃO DE CRÉDITO GUILHOTINA



DOS SOBREVIVENTES DO CAOS CAPITALISTA.


IX



Mundo vasto mundo meu nome não é Raimundo


Meu nome é cão MEU SIGNO É LIBRA


A balança diz justiça meu olhar gangrena ação estamos entubados ainda


X

Deixei um haikais fugir


Na chuva


Bem molhado e sem sentido


XI


Chuva romã


O xamã olha o céu


Num brilho de maçã


XII


Vejo tanto e sei tudo


O mundo é um embrulho


Que o caos desata na morte.


XIII


Cidade pequena litoral


Cu dentro de outro cu


Que arrombo num verso.


XIV

PARA OS QUE MORREM DE FRIO



Nosso descaso é a modernidade


Que pagamos a crédito


Na omissão da vida.


XV

Para alguns não passo de um bronco


Que não se limita a torpe


Da vida vendida. Quebro correntes ancestrais.


XVI



Sim sou um bronco!


Que enfiou no coração uma pétala


Para tentar ser mais humano.


XVII


Choveu caos


No átimo da desesperança


Alguém dorme debaixo do túnel.


XVIII

Todas as palavras


São aproveitadas


Na música da chuva.


XIX

Na contramão


O poeta acerta


Frio & chuva nas palavras.


XX


A chuva dança


Com o vento


Que chega cortante.



XXI

Kobayashi na chuva


Traduz lágrimas no frio


Que esconde Bashô.



Cássio Amaral.

16/07/2010.

19 de julho de 2010

MALA NA MÃO & ASAS PRETAS

Mala na mão &



asas pretas

“A verdade dos deuses

carnais como nós & languidos

não provém do nada

mas do desejo trovejante

do coração partido pelo amor

em sua disparada pelo rosto de um

adolescente

com sua fúria delicada

cruzo avenidas insones & corroídas

de chuva”...

Roberto Piva


abro fogo aos deuses

clamo fótons zoon rápido cortante

& faminto quebro a sombra de inocente

tempero com maldição linhos que tateiam a noite sangrada

de Rimbaud. Artaud me traz uma taça de vinho risos antropológicos

gargalheiam um surto lua que olha assustada

penetro o cu do universo em diáfano silêncio que esquartejo

as nuvens se abrem assustadas numa palavra que

a estrela cadente enforca num significado iconoclasta

a mala na mão &

asas pretas para desafogar a chuva que esfria meus ossos

cheios de petúnias.


Cássio Amaral
16/07/2010.

18 de julho de 2010

AÇORES PÂNTANO SAMBA CLUBE

162- ... Dizem alguma metáfora?
163-Navego em ventos uivantes.
164- Criei um método antihumano, joguei o lixo no lixo.
165-Pedalo arte todo dia.
166-A cultura salva os inacautos.
167-O twitter não twitta telepatia.
168-A desilusão do homem é sua educação.
169-O relógio marca a vida.
170-Meu desejo é transcedência.
171-Grifo postes que acendem metafísica.
172-140 caracteres desmontam signos.
173-Dirijo Marte brincando com Cão.
174-Fotografo o invisível num sopro veloz.
175-O horizonte engole o infinito.
176- Somos o rolamento da vida.
177-Horas aniquilam nosso tempo.
178-Nossos ossos contam o tempo.
179-A chuva disse bom dia ao frio.
180-Frio e Chuva estão na lua de mel hoje.
181- O discurso do dia é friagem.
182-Dou pé na tábua.
183-A inventividade deu cataputa na arte.
184-Meu paradeiro vira música.
185-Crio fantasma no imprevisto.
186-O silêncio alimenta haikai.
187-O poema é fotossíntese da maldição.
188-O alhures deu mão ao balacobaco.
189-A música me deu sol.
190-A estrada tem br infinita.
191-O dia ficou cinza tudo pinga.
192- Frio suspira névoa.
193- Alivio as reticências com vírgula.
194-Atiço Saci no texto.
195- Equilibro imagens.
196- Um signo se perdeu na tradução.
197- Meishu-Sama é meu mestre.
198- Fiz o inverso no paradoxo.
199- A hélice diz semiótica.
200- Como frases desfeitas.
201- Desconstruo os confrades da Academia.
202- Meu projeto é Metafísico.
203- Escrevo para parir o infinito.
204- O twitter não quebra EGO.
205- Dirijo nuvens japonesas.
206- Dirijo nuvens inebriadas de Rimbaud.
207- Meu som é Psicodélico.
208- Sou um louco que parece nornal.
209- Todo céu nos engole.
210- A lagoa brincou de sapo.
211- Esgoto aberto é foto.
212- Moro num pântano que tem praia.
213- Pedalo o absurdo na contra mão.
214- Meu sotaque é de cão.
215- Pedalo haikais constantes.
216- Pedalo poemas filosóficos em hipertextos.
217- Pedalo a sobrevivência diária.
218- Lenine me purifica com música.
219-Zeca Baleiro abala as balas musicais.
220- Paulinho Moska canta o último dia?
221- Odeio Rodeio como Chico Cesar.
222- A Mama África é a mãe de todos.
223- Abstraio o relógio quando durmo.
224- Desato Piva na aurora de Rimbaud.
225-Onda flutua o pesar dos pesares.
226- Frio chega com Notas do Subsolo.
227-Mala na mão & asas pretas nuvens esquartejadas de Piva.
228-Em qualquer situação a vida custa o impagável.
229- O Frio conversa com  a chuva:
-Por que você molha tanto?
-Por que você esfria os humanos? responde a chuva. 
230- Na última cena todo mundo engole a vida.
231- A Inocência deu samba no frio. 
232- O Absurdo me fotografou disfaçado de Deus 

MAICKNUCLEAR

15 de julho de 2010

PARA ROBERTO PIVA

Vísceras transcendem rebeldia
cura xamânica
que acende o infinito

FESTA

Glauco matou Gregório
num soneto arquivado
forma seca estratégia árida
a dignidade dos cães do século

A cidade fabrica indústria
Piva faz xamanismo ensandecido
O céu agradece maldição.

14 de julho de 2010

Sinal cifrado para enovelar o divino

Trinta e dois ventos
    da rosa dos ventos
Vinte e um gramas
      do peso da alma
Oito países
     a comandar a Terra
UM Deus louco
    pelas ruas bombardeadas

BÁRBARA LIA

Do livro Prêmio Ufes de Literatura POESIA & CONTOS.

Chegaram dois livros que Bárbara Lia me postou. Este
acima de poesia e um de contos chamado Coreografa do Caos.
Bons presentes que vou ler agora nas férias.
Tive a honra e o prazer de conhece-la no início do ano passado
em sua casa em Curitiba.
Lia é amiga e a respeito e a considero muito.
Vocês podem conhecer sua escrita no blog
dela linkado aí ao lado.

12 de julho de 2010

PUNK

Como o texto
Esquartejo o contexto
Um grito  no absurdo diz a real
No Maleta a verve prossegue
Sheena is a punker roquer now
Ramones alucina quando pedimos uma cerva
Faminta a atitude diz:
"Sangra a mudança interna para mudar a externa"
Fabricamos o imprevisto
Na revolução que ainda temos para fazer.

FEZ-SE PROFECIA NA FOTOGRAFIA OU NA POESIA.

O profeta Isaias
Nos serviu o pão
Guilhotinou  o chavão
Seu stilingue atirou no bizarro
Que bate no vinho
Dionísio agradece
O cão come a foto


O milagre acontece: Poesia.

Anarquistas graças a Deus.

Parque BH
Bomba na medida certa explode  hora h
Texto articulado Rock and Roll
Dispenso o coro da maioria
A Indústria não serviu para nos parir
The Clash, Ramones & Sex Pistols...
Noite na Catedral Metallica rolando
A brincadeira é essência, um estilo não vendido
Rola um som que nos atiça
Missa de um tempo chamado víceras.

11 de julho de 2010

O bruxo seguiu pro sul...

161-Meus cabelos encaracolados caíram de um verso inconcluso.

Mineiros...

160- Os mineiros são trilhos descarrilhados.

O ás no Maleta.

159-Meus camaradas uivam como eu!

Os cachorros são sempre azuis!

Rock and Roll pra ela é jazz?

157-Totalmente demais o polvo avermelhou a copa!
158-Tavinho Paes e Arnaldo Brandão me deram um barato nos anos 80.

Passamos pelo Rio início de 2007

155- Grafitamos Santa Teresa num urro displicente.
156- Os esgotos do Rio nos deixaram ratos num verso catatônico.

Passamos por Brasília final de 2007 para 2008.

153-Comunicamos o Estrangeiro na Legião é um ET rebelde.
154-Fotografamos a Mala na Mão & Asas Pretas no absurdo da Poesia. 

Passamos por Sampa em 2008.

151-Paranóia, Piva singra metafísica, xamã acende a fogueira.
152-Estranhos sinais de Saturno, um verso está no disco voador.

10 de julho de 2010

A ARROGÂNCIA TEM FOME DE QUÊ?


Foto: Maeles Geisler

Sônia Pilon esteve por aqui, nos visitou, nos presenteou
com dois livros seus de crônicas.
Nos convidou para ir na feira do livro de Jaraguá do Sul,
Ita também me fez o convite.
Não conheço e não tenho contato com muitos escritores ou poetas
aqui no sul.
Tenho acompanhado a arrogância e a violência na tv, o caso
do goleiro Bruno. Aí me vem a mente uma música do
Engenheiros do Hawaii, do Humberto Gessinger que
vai estar autografando dois livros lá em Jaraguá do Sul.
Num momento da Música ele  diz:
"Toda forma de poder é uma forma de morrer por nada".


OS MALDITOS BRINCAM DE POETAS

Foto de Maeles  Geisler

Disse o disse
Que me disse
Sei o que não sei
Sabendo nada
Além do tudo
O fundo é aqui
Sempre mais em baixo
Paranóia de uma verve
Atroz o Albatroz faísca
Todos os cachorros são azuis
Todos os cachorros são a filosofia
penetrante de poesia
A grade se abre
No momento que Piva mergulha num verso
mais além.


TODOS OS CÃES SÃO POETAS?

Foto: Maeles Geisler
136-Quem sabe a fala não fala nada.
137-Poetas não ganham dinheiro com poesia, poesia é éter...
138-Vivemos um retrocesso grande devido a indústria, somos rôbos.
139-Desfragmento o inominável quando o haikai chega silencioso.
140-Como a bunda da  poesia confessional.
141-Cortei a fala da Caretice.
142-Fabrico uma fuligem no discurso do contexto.
143-Dou nó no texto amiúde.
144-A janela diz o absurdo burocrático.
145-Barra Velha, Araxá, as cidades pequenas são um cu dentro do outro cu.
146-A poeira faz versos aleatórias no pântano.
147-Piva chega chapado no céu, Leminski grita:
-A raiz salva o céu tranquilo.
Piva responde: -Como?
-A raiz da poesia mano, fulmina Leminski.
148-140 caracteres são fuzilados no átimo da verve.
149-Poeta camuflado de professor mostra a verve quando a cerveja é aberta.
150- A Geografia do homem é pura erosão?

7 de julho de 2010

LABRA PRIMAZ HR2
Dirigir as nuvens
soprando o sol sobre a lagoa
o lápis conduz o grifo
de toda prova que pinta
lusco fosco na estrada via sul da lua
grafite que circula vida
na estrada do destino?


 






SERRAÇÃO

neblina brinca
de noiva
esperando o sol no altar


4 de julho de 2010

Involução dos lunáticos (poema Inédito)


A lua vomita nossa degeneração
No pântano dançamos a involução
Brincamos de dar certo em tudo
Fazemos da sociedade um controle
Sim! Foucault desperta o panóptico


O retrocesso diz música na fase negra
Tudo está na mídia
O poema sufocado pula o muro da prisão
Não dizemos o que Saramago empregou com esmero.

Sim, a lua vomita nossa imperfeição
A poesia teve caimbra no Mar
E os salva vidas caminham com urgência.

A lua ri depois do vômito
Pede um pouco de água
E pensa num outro  porre.

Parabéns a Fabricio Brandão e Leila Lopes pelos quatro anos da
Revita Diversos Afins, e valeu por ter me dado a honra de sair lá
nessa data especial podem conferir aqui.

A Bela Revista Letras Et Cetera também tem publicados
poemas meus aqui

3 de julho de 2010

A ALEMANHA GANHA A COPA?


131- Nietzsche limpa meus pensamentos.
132-Goethe pinta o Arco Iris branco.
133- Kant acerta os ponteiros da Crítica?
134-Heiddeger inscreveu-se no partido nazista para ser reitor?
135- Não tenho razão na ARTE DE TER RAZÃO de Schopenhauer.
136-Marx votaria em Dilma?
137-Novalis fez um verso incompleto?
138-Hegel satisfaz a dedução e a totalidade?
139-O chucrute  sambou o Maradona?
134-A Cuca  comeu  Messi?
135-Kraftwerk colocou o tango fora dos trilhos?

O BALDE ESCONDE A FOTO?


101-A máxima saiu de férias e foi substituida pela mínima.
102-Atirar curso no discurso é fácil, é só ter sua razão.
103-Alimento o inominavel das pedras que brincam de gente.
104-Faminto o homem come na contra mão.
105-Faço magia alem do inevitavel.
106-Campo copula cristal facilito fecundo folhagem digo depuravel deuses.
107-Transformação é dirimir busca?
108-Capacito o trema transversal no absurdo da estrutra educacional.
109-Cromonetro o matrix que expande alem do encontro.
110-Somos primarios em tudo.
111-Plano de carreira de professor é cuidar de papéis.
112-A verve aumentou sua porcentagem na arte.
113-Previdência não traz medidas adotivas.
114-100% do sonho é poesia.
115-O twitter não é asfalto do Forum.
116-O sol dá liturgia de graça.
117-Minha oferenda é Dejavu.
118-Presto educação na lua.
119-Lunático uivo meu blues num Repente.
120- Keb Mo me benze neste instante, a música é City Boy.
121-Barra Velha não conhece o barro de Araxá.
122-Meu clima é quente, pele psicodelica e verve underground.
123-O lixo do homem é seu pensamento.
124-Alterei o curso da vida e, deslizo no absurdo.
125-No intervalo do jogo nosso folego virou catavento.
126-... da em ,?
127-AVATAR: O homem tatuou seu destino.
128-O impasse é passo de dança.
129-A dança está no vão da humanidade.
130-Peidei uma poesia lisergica.

2 de julho de 2010

Digão olha do invisível quando pinta

Se Baudelaire encontrasse Rimbaud
A máquina diria o inverso
Um dia faríamos contato
A mesmice se tornaria arte
E marte seria nosso regresso

Se Rimbaud atirasse com canhões
Baudelaire veria com mais nitidez a noite de Paris
Vampiro máximo de nossa herança

É quando os pelos se fundem em pele
"Todos os cachorros são azuis"
O Rock ainda ferve em nossa verve

A ida é cedo
O fardo é grande
A vida um leão preso no absurdo

Todos os cachorros são azuis

O crime é um verso explosivo
Cheio de potência
Quando o mistério seduz a vida

Do Catete o prenúncio é outro:

Me roubaram uns dias contatos.

Foto do Digão de Cristina Carriconde

Site do Digão:

Silvana Guimarães, Ana Peluso, Ramon Mello,
José Aloise Bahia meus mais profundo muito obrigado.

DIGÃO LHE AGRADEÇO MANO VÉIO.