14 de junho de 2013

O TÍTULO É SOL NA SOMBRA QUE REFLETE PROSA VERSO ALÉM DO HIATO



Sombra abre vento fuligem seca palavra
Hiato criativo não diz arte no sal dessa cidade
Contexto de poema que não nasce prosa que não grita
Há um reflexo que destrincha o nada
Sobre todo silêncio grito um polígono de criança
Para desmistificar a cadeira do
achismo
Deito no colchão do ão do vivo que aprende a vida
Como a vida é.

Cássio Amaral.
14/06/2013


11 de junho de 2013

ASSOMBRANDO UM TEXTO EM DESCONSTRUÇÃO






A sombra da vida: Gozo.
Sombra do momento: permissão.
Sombra do pensamento: Saudade.
Sombra do conceito: Filosofia.
Sombra da surpresa: Admiração.
Sombra do tempo: Mudança.
Sombra da arte: transgressão.
Sombra da poesia: Loucura.
Sombra da sombra: Sol alimentando verso.

7 de junho de 2013

ARTE & ARTEIRA RABISCAMOS

É essa arte da Malu 
que também fizemos quando criança
E faremos quando velhos
O rabisco sempre esteve em nossas almas
E rabiscamos bem aqui nesse mundo
O rabisco já estava nas cavernas
Nossos desejos são rabiscados 
O que queremos rabiscamos 
objetivando um rabisco de sucesso
onde risco é o traço da incrível condição de 
saber que nada sabemos e que esse rabisco é só 
um cisco que pisca na boca aberta das possibilidades

05/06/2013.
 

4 de junho de 2013

NÃO QUEREMOS DISCURSO QUEREMOS AÇÃO NA EDUCAÇÃO. ACORDA BRASIL!

Foto : Robson Corrêa de Araújo. 

O discurso sempre igual
mas não é a Ordem do Discurso de Michel Foucault
Não adianta citar Sartre e suas Moscas.
Vivemos na Náusea e o que nos salva são as "Palavras".
O Y Semiótico bate asas e decola nesse helicóptero 
SONHO SONHO SONHO
SONHO SONHO SONHO.
Será gol do Brasil patrocinando Copa do Mundo?
 O que  Kierkegaard  pensaria disso?
O "a" tem virado "u".
Maquilagem é uma lavagem cerebral.
"O Brasil é o país do Futuro".
No Japão o único que não reverencia o Imperador é o Professor. 
A Finlândia investe o mesmo que o Brasil na Educação 6% do PIB.
Na Finlândia Educação acontece. 
O professor ganha mais ou menos R$7.000,00 (sete mil reais) e ainda tem incentivo ao mestrado.
Os melhores acadêmicos (estudantes) das Universidades e Faculdades se tornam professores. 
O Brasil é contra mão de educação chavão que termina um texto pueril como este com uma frase em latim:
Bisdati que citu dati em latim dá duas vezes quem dá rápido.
O Brasil não deu aos seus filhos nem a primeira oportunidade que é a própria Educação. 

24/05/2013.

 

29 de maio de 2013

AMANHECE DOMINGOWSKI HAIKAIS

I
domingo manhoso
sol vem
de mansinho.

II
todos dormem
domingo amanhece
cinza e frio.

III
domingo com sono
o sol só chega
de tarde.

IV
a chuva canta
no domingo
que descansa

V
domingo cinza
chuva proclama
sono merecedor

Cássio Amaral
26/05/2013.


Tela de Harthur Dicrayon


27 de maio de 2013

ELEFANTE DE L. RAFAEL NOLLI E FÓRCEPS AMANHÃ- UIVEMOS POIS!

Uivaremos amanhã.
Pra quem estiver em Araxá-MG. Lançamento do livro de L. Rafael Nolli e da nossa coletânea organizada por ele também - Fórceps (citado aí no post abaixo).
A própria palavra que ele usou "FÓRCEPS" já diz explica a dificuldade para parir um livro de poemas, onde os autores são conhecidos e amigos que fazem com alma e essência um trem que é de um quilate sem noção pra quem não consegue captar o invisível, o imprevisto, os devaneios , vaticínios e o domínio de linguagem que é a própria poesia.
AMANHÃ NO TEATRO MUNICIPAL DE ARAXÁ.
Horário: 18:00 às 21:00 horas.
Uivemos pois!

26 de maio de 2013

FÓRCEPS

Quem tiver em Araxá-MG. dia 28 é o lançamento da Coletânea Fórceps
poemas de Cássio Amaral. Flávio Offer, Heleno Álvares e L. Rafael Nolli.
A coletânea é organizada pelo poeta L. Rafael Nolli que merece nosso agradecimento. Agradeço também a todos que nos ajudaram até agora
nesse crime de lesa a vida que é a poesia como diria Leminski.
Entre eles JAYRO ALVES RIBEIRO que sempre nos ajudou,Ana Zago, Maria Amália da Biblioteca Municipal de Araxá. As pessoas que tem simpatia pela nossa poesia.
Agradeço a todos. Em especial aos meus parceiros e camaradas nessa coletânea:
L. RAFAEL NOLLI, FLÁVIO OFFER E HELENO ÁLVARES.

No mesmo dia tem o lançamento do livro ELEFANTE DE L. RAFAEL NOLLI que é muito bom e já fiz um comentário do livro no meu blog e aqui.
UIVEMOS POIS!
PARA QUEM PUDER APAREÇAM NO LANÇAMENTO.

ABRAÇOS.

24 de maio de 2013

PUNK ROCK PRA ALGUÉM MUSICAR

Poder ratos rindo à toa
Mais um imposto
O pagamento é do povo
Poder incautos no poder
vão querer te convencer
que alguma coisa vão fazer
Poder abutres riem de você
O povo não entende o
léxico do poder:

Enganar você.

P.s: (Não é Ratos de porão, são Ratos no poder). 
23/05/2013.

Foto: Robson Corrêa de Araújo

22 de maio de 2013

Um satori é Bashô

Constraste do tempo
Caminho pisado
Vida que vai.





O CINZA NÃO DEIXA OS RAIOS DO SOL APARECEREM

Papel
sem texto.
O hiato bate e impregna.
A poesia não nasce.
O concreto massifica a criação.
A realidade despojou a invenção
porque é nua e crua.
A dureza da vida veda os poemas que não vieram à tona.
A poesia é sonho  e domínio de linguagem.
 É inquietude, a forma vulcânica de se expressar.
A poesia é a desordem que se organiza
na verve.
A poesia é o infalável que se fala no contexto da vida.
Poesia é imprevisão na previsão da nossa vida escancarada
no infinito beirando o absurdo.

16 de maio de 2013

NEON REFLETIDO NAS PALAVRAS


Noite sobre 
Noite essa
Sacralidade
Dionísio reverenciando
o grito  explosão
afago dos versos 
ponte
transcedência
Via Sacra 
escandalizada 
na purificação
temporada 
de Rimbaud
traficando palavras
numa África vulcões
medulas
portal ART
POESIS 

3/5/2013.
 

11 de maio de 2013

FEIXE DE LUZ ULTRAPASSA NA SOMBRA

O alto contraste não me deu sua mão.
Por isso a sombra que clico é meu alto contraste. 
É essa sombra que diz Filosofia num conceito novo 
onde luz e sombra fazem Photo & Poesia.
É essa sombra que reflete nas palavras aquilo que sentimos.
A leitura do mundo numa faísca captada em instantes


denominada ARTE.

7 de maio de 2013

LADO A LADO POESIS

É qual um deus
no assombro
linhas cerne texto
arrepio flores
que trazem vento
no desenrolar
surpresas  impactos
desassossego
Rimbaud somos doentes
sentimentos
visões além das visões
verso de um lado
prosa de outro
signo ultrapassa
nuvens do tempo
e esvai

eco reflete arte
passagem

4 de maio de 2013

COLETIVO ANFISBENA & FÓRCEPS

O COLETIVO ANFISBENA

FÓRCEPS

Amanhã dia 05 de maio domingo em frente ao Teatro Municipal de Araxá-MG
na praça Antônio Carlos. L. Rafael Nolli, Flávio Offer e Heleno Álvares farão a leitura de poemas da Coletânea Fórceps do Coletivo Anfisbena a partir de 15:00 e no dia 28 de maio será o lançamento oficial no Teatro Municipal de Araxá das 18:00 às 21:00 horas.
Não estarei pessoalmente pois estamos morando em Santa Catarina,mas estarei em pensamento.
Se der, compareçam!

1 de maio de 2013

FÓRCEPS

Amigos,

O livro FÓRCEPS do  Coletivo Anfisbena organizado pelo poeta amigo L. Rafael Nolli e seu livro 
 Elefante será lançado em Araxá dia 28 de maio no Teatro Municipal de Araxá
de 18:00 até 21:00 horas.
Dia 05 agora domingo em frente ao Teatro Municipal de Araxá, na praça
Antônio Carlos Flávio Offer, Heleno Álvares e L. Rafael Nolli estarão
 lendo poemas do livro apartir das 15:00 horas.
Estarei presente com eles em pensamento, pois moro em Barra Velha,
litoral de Santa Catarina. 
Obrigado Flávio Offer, Heleno Álvares e L. Rafael Nolli pela permissão e oportunidade.
E obrigado a Jayro Alves Ribeiro que sempre nos ajudou, sendo
 nosso editor em  nossos livros anteriormente publicados.
Obrigado a Biblioteca Municipal Viriato Corrêa nas pessoas de
Ana Zago, Maria Clara e Maria Amália.
Obrigado a todos!
Ainda não sei como serão a venda dos livros, são pouquíssimos
exemplares.
Estarei divulgado aqui sobre.




28 de abril de 2013

PEDALO O DOMINGO

Acordei 7:45 fui pedalar.
O mar parecia uma piscina.
Poesia era o reflexo do mar no céu.
O céu era surreal e a fotografia seria perfeita.
Crianças e adolescentes corriam além do vento que soprava força de viver.
Susto é um suspiro 
conciso sai no verso dominical.


27 de abril de 2013

ESPETÁCULO É LUZ NA SOMBRA

1- O canto da mesa é acesso à  trincada da metonímia.
2- A rede balança sombra de pleonasmos.
3- As correntes quebradas  são reflexo  na parabólica da poesia telepatia é verso.
4- Há poste verde limão na lavoura arcaica texto é profundidão.
5- Nosso Gol queimado no teto e capô são palavras na estrada da vida.
6- As pedras do caminho quebram Drummond no mar que faísca Sonho.
7- Sete haikais definem simplicidade poeta é translúcido na transfiguração luz.


25 de abril de 2013

LUZ NA SOMBRA FOTOGRAFO

A sombra trespassa luz no âmago da surpresa.
2x2 são 4 vezes luz nos sóis de Xul Solar.
3 nuvens descarrilham devaneio no amplexo da manhã.
Quatro ofertas de um Romance compartilham mistério na Prosa.
A manhã dá sol no texto outsider.
Pensamentos afagam faísca conto surpeende vida literatura é arrepio.
Poesia casa com Conto seu filho é Romance e sua filha é Prosa.
O infinito é surreal onde Gala abraça Dali.
Poema senta na cadeira Haikai é sangue Sol Nascente Raibun mestre Bashô.
Porta aberta da arte instante sombra luz.

24 de abril de 2013

ENTRE ASPAS DENTRO DO SONHO

O hiato criativo entra e sai da casa da verve.
O sol ilumina pleonasmos catatônicos.
O colchão dá sombra para o COM texto.
A perspectiva da foto é ampliar espaços faíscados.
Verso senta na cadeira para dar sutileza na explosão
do ÃO.
Rede balança prosa que resume a ópera da arte:

Vida sintetizada de impactos.

18 de abril de 2013

Satori

Volátil faísca
Três vezes em expansão
Assombro do absurdo. 


Foto: L. Rafael Nolli. 



15 de abril de 2013

FIAT LUX

Invisível diz espanto
Infinito é assombro
Luz irradia verso vida 


27 de março de 2013

ESTA NOITE É LUA CHEIA DE NOVO


PARODIANDO LEMINSKI

são 
  todas as coisas 
 estão

POLONAISE ESQUISITA

Bla
Plom
Blem
Woski

CAIXA PRETA NOS SIGNOS

A palavra está distraída.
Há um verso sublinhal.
O poema não quer se mostrar.
O trem está no domínio do signo.
Há um caso entre a prosa e a poesia?
Nuvens despacham a imaginação.
A verve continua no assalto 
do dia que já vai terminando.

O silêncio explode 

canção.



25 de março de 2013

lua cheia
inebriava a névoa 
o mar ruge mais alto


24 de março de 2013

VOO NA MANHÃ

três versos no fio
haikai
que desfio

POESIA QUER VOAR A LIBERDADE NA MANHÃ


POESIA É O PIO NO FIO


SEM NHENHENHÉM E SEM ACADEMIAS LITERÁRIAS POR FAVOR

A poesia está careca
Não quer beletrismos
Apenas deseja um alter ego simples
Fauja Sigh correndo atrás de
um texto distante
Que faça a cabeça das pessoas
Um poema que em silêncio
Exploda no mundo com forma apolínea
E conteúdo dionisíaco.

22 de março de 2013

pingos da chuva
silêncio é deus
na amplidão que fala.



20 de março de 2013

CATACLISMOS DA QUINTESSÊNCIA


O culto ao ridículo às vezes é status social
O devaneio está nesses pingos de chuva
Sobreviver no Brasil é pura onomatopeia
O deslize no caminho são poemas distraídos ao acaso
O povo brasileiro não é classe C é classe A + porque ainda sorri como disse Criolo 
Colagem é ironia que brinco com Nietzsche, Sartre e Foucault

A rima desistiu no  sono
A arte dos cachorros loucos ainda morde meus sonhos.



18 de março de 2013

PHILOS SOPHIA ... ALÉM DOS BENS DE CONSUMO.

É que palavras tentam convencer,mas não convencem.
O exemplo é o tiro certeiro na boca do texto.
O hiato criativo diz que poesia é molhada no outono 
que já faz frio. 
O praieiro é filosofia que dá tom displicência.
Prosa está grávida de Romance.
Haikai é o sol que nasce na minha testa.
Lero lero com Brasil é lutar lutar e lutar.
Lutei lutei e não consegui nada como o Sr. Nezinho
disse. 
A corda bamba é ironia que espirra na crise
que esculhamba a situação daqueles que ainda 
não são vistos.
Já que a rima da evolução ainda é um mero chavão. 


14 de março de 2013

ALÉM DA PREMISSA

O lábaro que ostentas estrelado
É saber que não sabemos 
É dizer na ironia
a real da maiêutica.
Talvez a Filosofia 
seja um asfalto quente 
procurando um conceito.
Contramão faz o poeta 
pular verso em expansão 

5 de março de 2013

Um haikai meu na camiseta que presenteei ao amigo Isaias de Faria

todo dia me suicido
lembrando que nunca envelheço
meu preço é ser inocente.

Cássio Amaral.
Do livro  Sonnen-2008.

25 de fevereiro de 2013

FAISCANTE


As metáforas alinham o sol na sombra das palavras

24 de fevereiro de 2013

LUA DE NOITE


LUA NO FINAL DA TARDE


 
 
A sombra das palavras é significante do contexto.
O sol é significado da nossa passagem por aqui.



21 de fevereiro de 2013

18 de fevereiro de 2013

A POESIA É CERNE A PALAVRA É BÁRBARA


Foto: Kátia Torres Negrisoli


Buda viu a flor no chão e  a colocou na água. 
Esse ato foi de vivificação da flor, da vida, assim nasceu 
o Ikebana que foi levado com o Budismo para o Japão e ali
se transformou em Arte. Uma arte de luz que é um caminho
de busca espiritual. Os samurais antes das batalhas faziam um 
ikebana, no período antigo do Japão só os homens podiam 
fazer Ikebana. 
A FLOR DENTRO DA ÁRVORE de Bárbara Lia é um ikebana 
que se tece e se vivifica com palavras. A palavra é a flor que se fixa 
na árvore para dar vida. 
A vida da poesia é esse escolher dos arranjos, galhos e flores que se usa
numa composição de Ikebana. 
É isso que a poeta Bárbara Lia faz no sentido mais amplo da palavra.
O haikai  do livro é preciso e conciso como em "Dame el ocaso en una copa!"
Velhas estradas bifurcadas/lentas aparições de fantoches/Nas alamedas
do nada. 
É esse Nada que dá sentido a poesia que se explica na escolha dos imagens
que Lia utiliza na sua OFICINA DE SONHOS. 
Essa oficina exprime poemas bem elaborados e bem construídos onde há 
uma essência muito grande de vida, produzida em versos. É o sentimento 
da Poeta que se aflora dentro do lugar-vida em que se insere. Esse contexto
é a matéria-prima deste livro onde os poemas tocam o Sutil como flor dentro 
da árvore.
Lia sabe muito bem o que diz e a que veio, sua poesia é profunda, de leituras
e experiências de quem sabe compor a obra que a arte é. É claro minha cara 
Poeta é esse "Toquei seu berço silencioso" onde seu pai a plantou em Minas
sem Mar. É José e  os agoras, é Adélia Prado, é Drummond, é Milton Nascimento
cantando Caçador de Mim, são os orgasmos de Dona Beja de minha terra
Araxá, É Guimarães Rosa, é a pedra no meio do caminho para quebra-la e 
desmaterializa-la. É a poesia , sua poesia que bate e inquieta o leitor que tem
seu belo livro feito por uma artista de luz, que entende o valor de um livro-objeto
de arte.
Sua sombra é uma memória plantada na esquina da palavra Emoção que é 
pura Poesia. Por isso é válido e uma satisfação ler e conhecer este livro
de Bárbara Lia que pode ser adquirido no seu blog:

http://chaparaasborboletas.blogspot.com.br/

A fortuna crítica do livro é de Sidnei Schneider.
Capa: Foto do quarto de Emily Dickison - Homestead.
Livro artesanal feito pela autora Bárbara Lia. 

12 de fevereiro de 2013

Vamos aproveitar a chuva de carnaval

Um quê de pé na estrada 
A casa é pluma signo
Sutil faro poesia
Vôo no mar Barra Velha
Barros de Araxá POESIS nióbio
Calor pede um copo de água gelada
Um riso está na esquina querendo 
se mostrar
As falácias são anestesiadas 
O sonho é gravidade que abarca
o barco do devaneio 
que aporta no Brasil

Pulo carnaval nas 

palavras 

que sambam 

sempre. 

 

11 de fevereiro de 2013

Meteórico

Parodiando Leminski via Pessoa em algum poema


O silêncio bate na pedra
A pedra quebra o grito
O grito estilhaça o infinito
O infinito abre as estrelas
As estrelas caminham no reflexo
das pessoas que chegam ao sol
Pessoas somos "Pessoa"
"Pessoa" peça proa
Portugal 
"Ó mar salgado"
Pessoa o fingimento é deveras
A palavra oculta se expressa 
em admiração

06/02/2013.