22 de março de 2014

DIVAGANDO NA SÍNTESE DO SIGNO

51-  Asa nas mãos e asa preta  de Piva voam nas nuvens da minha mente.
52- Pondé acende Hobbes o Contrato Social não impede a barbárie diária.
53-  Dou olé nas onomatopeias toco a bola para a linguagem e chuto no lado esquerdo do poema.
54- Twitto 54 versos no Matrix momento.
55- Há um eclipse  no pleonasmo que explode arte.
56- Ligo a faísca do poema no surreal das palavras traduzidas no infinito.
57- Labuto e pelejo com Palavras gastas para renascer  no dó maior  do sol.
58- O Facebook não é o livro da face dos excluídos. A telepatia ainda funciona bem.
59- Palavra na lavra da trasnsgressão  o signo é um barato que bate.
60- Rasgo a luz do verbo que me toca.

18 de março de 2014

IKEBANA SANGUETSU - Rosas antiestress



41-Rosa de Hiroshima declama paralisação lecionar é educar os políticos a investirem na educação.
42- Rosa Luxemburgo contra a guerra diária o povo brasileiro cansou de levar porrada.
43- Historicamente a Rosa é parte que nos falta, a parte espiritual.
44- 44 rosas para enfrentar o preço do supermercado. O salário ainda é achatado.
45- O Brasil é doril, seus legisladores são abutres que brincam com a população.
46- Allan Poe o gato preto nesses “vossas excelências “. Educação é só um chavão para os políticos.
47- A rosa rima Vinícius de Moraes traduz nosso dia de luta professoral.

48-A TONGA DA MIRONGA DO KABULETÊ é uma rosa que Vinícius de Moraes sambou bem.

49- O ikebana é um haikai faiscado na arte do desapego.
50- Faço um ikebana na rosa que ilustra nossa luta.


15 de março de 2014

VOA MÚSICA NO POEMA DA TARDE



31-Malhado o poema acha que seu umbigo é o maior.
32- Poema descarrilha  a prosa na noite Zumbi.
33- Trinta e três luzes acenam na explosão do poema.
34-Poema poesia e prosa dão de cara com o conto todo silencioso e misterioso.
35- Crônica soa na praia vendo gaivotas  levarem a liberdade que muitos não têm.
36-Heleno e Rafael lançam crônicas nas letras mpb vísceras  da Volt o sábado é musical.
37-Jazz dá um blues na liberdade poética do dia.
38- Radiação de sonho na rádio entra no túnel faísca e verve.
39-Casa materna da poesia música desenrola verve.
40- Todos são poetas num grito alucinado da tarde que consome música popular brasileira com crônicas musicais.

14 de março de 2014

O TROCO


21- O troco do homem é vender o que não tem troco.
22- O troco do poeta é um porre no bar para suportar o cotidiano.
23- O troco do brasileiro é ser guerreiro e encarar a esculhambação dos legisladores.
24- O troco da copa do mundo é a falta de educação, de saúde, de habitação, de reforma agrária, de reforma tributária.
25- O troco do brasileiro é sair dançando ao nascer porque o país ainda não é nação.
26- O troco do porre é ainda suportar esta realidade onde o povo não tem direito algum.
27- 27 trocos ainda querem pagar a guerra diária do sobreviver.
28- Não tem troco para a passagem do povo nas ruas pois as autoridades querem impedir o povo de se manifestar.
29- Sexta-feira é troco da semana luta aguerrida escola e  montagem de móveis.
30- O troco do ano 2014 é perceber um país onde ainda não se mudou nada.

7 de março de 2014

UM GRITO DE ÍNDIO


Para os índios do litoral de Santa Catarina:
Carijós, Caiçaras 

E todos índios do Brasil:
Ticuna,Caingangues, Macuxis, Terenas, Guajajaras, Ianomâmis, Pataxós, Potiguaras, Ge, Xoglens, Xingu, Xavantes, Tupi, Guarani, Tupinambás, Tamaios, Borobós, Arachás, Guarani Kaiowá. e todos os demais.

Aqui no litoral
A vida era Natural
Os índios viviam em paz
Antes dos portugueses chegarem
A arara saudava os caiçaras
E os carijós
Tinham respeito pela natureza
E essa beleza
Era a essência de tudo
O europeu impôs sua cultura
Exploração
Sem coração
Etnocentrismo e ganância
Tudo isso mancha a nossa História
Hoje a lembrança
Grita JUSTIÇA
A História diz essa trajetória
Expropriados e dizimados
O litoral de Santa Catarina que vai de Barra Velha a Floripa
Estes índios habitavam
Se até Baby Consuelo com Jorge Ben Jor já tinham dito:

"TODO DIA É DIA DE ÍNDIO"

Carijós e Caiçaras gritem comigo que sou da tribo dos Arachás
Para que o sol renasça
E a Justiça se faça.


16/08/2013.

24 de fevereiro de 2014

ESTRELA ALÉM PEITO



Para Jayro Alves Ribeiro




Para Jayro Alves Ribeiro

ziriguidum olé olá
dribles de garrincha no 
espaço tempo vai e vem
profecia de um Zaratustra
Übermensch,
no churrasquino do Marcelo
do PC do B
papo de filósofo que pergunta
o espanto na vida que chega
que vive vida vivida
artesão do livro
editor dos poetas poetas
poetas malditos ou bem ditos
a sinuca e um som que você
liga pra me dizer que é uma oração
um blues
uma música do
Pink Floyd
melodia circulando

amizade.

21 de fevereiro de 2014

FÓRÇADOS POETAS FORÇAM O MILAGRE DO DIA


Heleno Álvares, Flávio Offer e L. Rafael Nolli, lançamento dos livros Elefante  e Fórceps em 
28 de maio de 2013.




Lapidar a palavra risco sobre risco
Faiscar as pedras pedreiras fogo do fogo
Dragão alucinado cuspindo fogo
O sol demente soprando profecias que desconsertam
a sociedade
Lapidar a palavra como uma bomba prestes a explodir
Estilhaços na cara do absurdo
Para dar significado no existir
Oximoros , onomatopeias , pleonasmos, metáforas,
Formas já gastas para ressuscitar o fôlego do verbo
A poesia  para muitos não serve pra nada
Mas é ela que faz o milagre do dia.









20 de fevereiro de 2014




21- O poema saiu para passear cansou dormiu e teve um sonho com Pessoa.
22- haikai do dia é corra no ano do cavalo pois se não correr o cavalo te arrasta.
23- 23 palavras inscritas no muro deixavam admirados os moradores da cidade uma abaixo ampliava ainda mais o assombro: Filosofia.
24- A Filosofia encontrou o poema e casaram-se no mesmo mês, sua filha poesia nasceu num dia ensolarado.
25- Nuvens flutuam no céu do pensamento para faiscarem espanto na arte e assombro no contexto.
26- Um silêncio zen diz haikai na casa da madrugada.
27- Bradam palavras brasis nagô banto yorubá ziriguidum de letras e textos dizem capoeira no tempo poesis.
28- Casal de poetas tem filha de personalidade forte que pinta a alegria de viver.
29- Coluna pede massagem no início da noite que pede música pra relaxar.
30- A música nos leva ao etéreo som da alegria. Jorge Ben Jor saúda a noite.


CONTRA MÃO




São estes caras que passaram pela Bienal de 2008
Para dar a cara à  tapa
Ver o brilho das estrelas
Dedilhando o céu de Brasília
Perseguindo o verbo
Além da explosão de palavras
  balançar a mesmice dos dias

São estes caras que uivaram a lua insana
E fizeram o sol brilhar na noite do encontro
Suas mãos tinham  poesia
Fluídos de luz que transcenderam
 dias meses anos e séculos
Até encontrar o sentindo no infinito:
  A arte

Foto: Cássio Amaral.



PARA O LIVRO DE BIZÉ



me livro
lavo
livro
leve

lavro
o bolso
Põe.

Sonho.
Metalinguagem
Haikais.
Palavra.
Espanto.
Assombro

 Foto Cássio Amaral  em Brasília 8/9/2008.
Livro de Bolso da Bizé.

18 de fevereiro de 2014

CAMINHANTES




Foto: Robson Corrêa de Araújo




Br Infinita

Haikai solto na estrada
Infinita Highway: passagem

15 de fevereiro de 2014

12- doze vezes doze doses de metalinguagem pra abrir o sol.
13- treze haicais são o átimo zen do tempo.
14- a pancada da poesia é certeira no peito.
15- poeta vê a lagoa e deixa o silêncio falar mais alto.
16- frio chega devagar depois do calor que alucinava verão onomatopeias dizem
Frescor.
17- malu sapeca fala fala fala e descobre o que é a vida.
18- concebo o verbo como forma de guerrilha.
19- reflexo do sol bate na parede verde do pensamento.
20- há uma exclamação no verso que nunca fiz ele ainda me ronda em silêncio.



14 de fevereiro de 2014



Foto: Robson Corrêa de Araújo



1- A bic ponta fina destrincha a tarde.
2- Nuvens cinza abordam devaneio distraído.
3-A chuva da madrugada de ontem esondeu a lua insana de versos.
4-O poeta é um desdichado sapato torto e mora entre a lagoa e o mar.
5- Gaivota pede um voo na metalinguagem.
6- Seis prosopopéias deixam o hiato criativo e dão luz ao verbo.
7-Estou procurando uma palavra que me engravide hoje para parir o inominável.
8- Oito vezes oito são infinitos flashes diante da arte.
9- Canto eflúvios que batem na palavra o sentido é raiar do dia.
10- A lua é nossa mãe e nela está o reflexo de Hilda Hilst.
11-Uivemos pois o mar do signo. 

13 de fevereiro de 2014

CRUCIAL

poeta poesia poemas
rasuras arranham a rachadura da alma
palma do ocaso
que explode no tempo
carregado de gritos vozes vorazes
 imprevisto além do mar inefável
sangue do sol rasgando peito
vulcão volátil sigo.


7 de fevereiro de 2014

O BRANCO MOLDA O IKEBANA


O meu reflexo no girassol e na rosa
É explosão de signo
Coagulando o silêncio
Espelho de Dante refletindo Bashô
Haikai  sentindo um movimento de Samurai
Corte afiado da linguagem incorporada a fuga do centro
O ininterrupto fabrica faísca photo que diz passagem
Luas e luas roupas vestidas de semântica para dar ao sonho
Proteção de sentido
Rabiscar no átimo uma parte de nós
Para que arte seja o impacto na boca
Do assombro como um arranjo japonês.




29 de janeiro de 2014

DANTES, DURANTES E DEPOIS





O livro de poesia Dantes, Durantes e Depois de J.F. de Souza nos  remete aos poetas líricos e  românticos que vagueiam pelo mundo em busca do cerne das coisas e da essência da vida.
Há nele uma desventura baseada no estoicismo que os versos perguntam o por quê da felicidade, se ela vem ou não vem.
Sua verve bate na ponta do zigue zague AMOR/DOR fotografando  retratos do cotidiano como Múcio Góes  (poeta pernambucano)  comenta na orelha do livro.
O prefácio do livro é da poeta  Sandra Regina.
Parabéns a Editora Patuá (Eduardo Lacerda) pela belíssima edição.
J.F. de Souza eis aí seu livro de estréia.

Um poema do livro:

da natureza (e) da humanidade

porque, talvez,
houvesse sido mais
sensato
nos criar
humanos todos,
como iguais
a todos outros
animais:

com inteligência
suficiente
para não atrapalhar
a natureza
de tudo

J.F. de Souza

Blogue:

Facebook:


28 de janeiro de 2014

Distante do Panis et circenses


POLÍTICOS CUSTOSOS



Político brasileiro é tão  “CUSTOSO ”   que  até consegue consertar  relógio com luva de boxe debaixo do Rio Quebra Anzol.


FORA DA CASINHA



A dona doidona entrou no supermercado foi direto ao caixa e tacou a carne  verde e disse:
_Vocês me venderam carne podre!
A atendente pediu pra ver a nota fiscal. Pegou a NF e constatou que era de outro supermercado, o ABC e disse:

_A senhora  é analfabeta?  Esta carne não é daqui, é de  outro supermercado  e apontou com a mão a direção do ABC. 

ROBSON CORRÊA DE ARAÚJO



Vale a pena conferir o blogue de ROBSON CORRÊA DE ARAÚJO:


http://punctumstudium.blogspot.com.br/


Muitas fotos e escritos cortantes de um samurai da arte.

Foto: ROBSON CORRÊA DE ARAÚJO.

No  Facebook dá pra conferir a arte dele também nos seus perfis.


https://www.facebook.com/robson.correadearaujo.1

https://www.facebook.com/robson.correadearaujo